Prazer,
Elisangela Dias.

Formada em Psicologia, TCC, ABA e Pós graduada em Neuropsicologia pela USP.
Experiência em: Depressão,
Ansiedade;
TDAH; e
Autismo.
CRP 06/179287
Neuropsicóloga e Acompanhante Terapêutica.



Não consegue
sair de casa?
Ofereço Acompanhamento Terapêutico onde você estiver!
O AT (Acompanhante Terapêutico) é um trabalho desenvolvido com um profissional clínico que auxilia o paciente em sua autonomia e reinserção social, através do atendimento em espaços públicos ou domiciliares.
Ao ser meu paciente, você pode escolher a modalidade online ou domiciliar de atendimento em Psicoterapia que seja dentro de sua disponibilidade de horários e dias da semana.
Ambos os tipos de atendimento não alteram a eficácia do seu tratamento comigo pois nas duas modalidades (online e domiciliar) utilizo como base a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), que é padrão ouro de atendimento.
Autismo
Existimos para desafiar e instrumentalizar as pessoas para que elas se tornem mais competentes, pois acreditamos que pessoas mais competentes constroem resultados consistentes para si e para as organizações.
Trabalha o dia todo e não consegue levar o seu filho na terapia?
Tenho uma equipe especializada no atendimento de crianças com Autismo no ambiente escolar ou domiciliar!
A proposta de minha equipe Terapêutica é oferecer um tratamento especializado, sob minha supervisão, em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) dentro contexto natural da criança, podendo assim intervir de maneira eficaz, ampliando seu repertório de desenvolvimento, seja ele no aspecto cognitivo, emocional ou comportamental com qualidade, eficiência e excelência.




Te auxilio no percurso entre
a dor e a alegria.
Foi uma mulher chamada M que despertou em mim o desejo de me dedicar à mente humana.
M era daquelas pessoas que iluminavam qualquer ambiente. Inteligente, elegante, cativante. Sempre bem arrumada, com um sorriso fácil e um batom que parecia parte da sua identidade — daqueles detalhes que a gente lembra anos depois.
Por fora, parecia que estava tudo bem.
Até o dia em que descobri que ela enfrentava uma depressão profunda e convivia com pensamentos de morte.
Eu não conseguia compreender. Como uma pessoa tão admirável, tão dedicada, podia estar sofrendo tanto por dentro — e por tanto tempo, sem que ninguém percebesse?
Naquela época, eu ainda não conhecia a Psicologia. Tudo o que eu podia oferecer era acolhimento, escuta e apoio através da minha fé. Foi pouco. E foi exatamente esse "pouco" que me mostrou o tamanho do que eu ainda precisava aprender.
Foi naquele momento que decidi estudar a mente humana. Eu queria entender a dor que ninguém via. Queria aprender a enxergar além dos sorrisos, da aparência e das máscaras que tantas pessoas usam para esconder o sofrimento.
Foi essa busca que, anos depois, me levou à neuropsicologia — porque entendi que, para cuidar de verdade, eu precisava compreender não só a história por trás da dor, mas também como o cérebro a processa, a guarda e, com o cuidado certo, aprende a se reorganizar.
Hoje, quando alguém chega até mim escondendo o que sente atrás de um sorriso bem construído, eu já sei: ali dentro pode haver uma M.
E é para ela — e para você — que eu dedico o meu trabalho.

